::Fiat Mille "Red" Fire Flex

Quando postei o vídeo de um Fiat Mille Fire Flex apavorando na pista durante o 3° Track Day de 2011 ocorridos aqui no Distrito Federal, foi engraçado ler os comentários acerca do vídeo, da tocada do piloto e da descrença de alguns ao saber que aquele é um reles Mille Fire. Mas todos tem seus segredos...

A liberdade é azul

Flávio Fraga, o proprietário, é professor de Biologia e administrador do fórum Fiat Clube, mas desde muito tempo está envolvido com competições automobilísticas. Quando o conheci, ele corria com seu Fiat Uno 1990, conhecido entre os amigos por "Azul", equipado com um motor 1.6 16v proveniente da extinta Fórmula Palio e com um pouco mais de pimenta (um dia ele dá as caras por aqui). O carro conta com body-kit completo do Uno Turbo e detalhes estéticos/mecânicos bastante interessantes. Correu nos campeonatos de arrancada do DF e GO entre 2003 e 2006, chegando a marcar 13,5 segundos nos 350 metros de extenção das pistas. Com este carro Flávio ia às compras, viajava, ia ao cinema, trabalhava... todas as atividades propostas a uma vida normal, mas chega uma hora que o uso civil fica comprometido em detrimento de um melhor comportamento nas pistas.



Foi aí que Flávio viu a necessidade de adquirir outro veículo para uso diário (que não deveria ser alterado), concentrando grana e esforços no Azul, que seria completamente aliviado, motor com cilindrada aumentada para 1.9L, gaiola de proteção homologada, bancos concha fixos... Aí começa a história do Vermelho.

A fraternidade é vermelha



Quando se tem um carro preparado, a garagem/depósito tende a ficar abarrotada de peças sobressalentes. No caso do Flávio, o cara é um verdadeiro entusiasta da marca italiana e profundo conhecedor dos modelos Uno/Mille e Palio - para se ter noção, ele sabe quase que de cor o catálogo de peças da montadora para eles - e já vinha juntando há um bom tempos peças raras e sobressalentes de diversos Unos dos mais diversos modelos. Pára-choques e aerofólios originais dos Unos Turbo com todas as saias e agregados, painéis e forros de portas dos modelos esportivos do modelo, volantes Momo das séries especiais dos Palios/Siena Sport MTV... tudo guardadinho para prevenir qualquer "acidente" que o Azul pudesse ter.

O Mille é o modelo de entrada da marca e, assim sendo, é também o mais desprovido de equipamentos. Sendo um carro de uso diário, de fábrica vieram apenas o conjunto de vidros e travas elétricas. Como o Azul seria depenado, o fechamento seria feito em fibra de carbono pela Carbon55 e boa parte de suas peças ficaria sem utilização, Flávio decidiu instalar boa parte dos acessórios no Vermelho para garantir mais identidade.

Os bancos originais de um modelo 1.6R'92 e os forros de porta do Uno Turbo foram forrados em couro preto com costuras vermelhas quando ainda estavam instalados no Azul e foram parar no Vermelho. A capa do painel - originalmente cinza - foi substituida por uma da cor preta com o console central alongado do Uno Turbo. O volante e as pedaleiras são originalmente da linha Sport MTV dos Sienas/Palio Weekend, enquanto o descanso de embreagem é na verdade um pedal de Marea Turbo adaptado e forro de teto é preto do Uno Turbo.



Até este ponto, nada demais em adicionar alguns mimos extras. Mas Flávio já descobrira o doce sabor das curvas do Autódromo Internacional Nelson Piquet em Brasília e como o Azul virou uma verdadeira reforma do tipo MonsterProjectz, algumas concessões foram feitas, mas sem exagerar, afinal este é o carro de uso diário - ele deve repetir-se isso toda vez que visita uma concessionária Fiat para não fazer besteira.

Recentemente o Mille Vermelho ganhou dois presentes inusitados: uma gaiola de proteção utilizada nos Unos furgões e um escape completo mais livre dos modelos mais recentes, com uma ponteira de Alfa Romeo no centro do pára-choque. Para a instalação da gaiola, o banco traseiro precisou ser removido. Ela foi fixada diretamente no assoalho, nas colunas - nos apoios dos cintos - e em mais dois pontos extras com parafusos de 13mm e haste de 8m. "No Uno furgão esta divisória é originalmente presa em pontos mais frágeis. Como queria reduzir a torção, fixei-a em pontos chaves." - revela o proprietário, que continua: "O escape agora conta com coletor tubular com catalizador integrado na vertical original dos Mille 2007 e intermediário original dos Mille 2009, que não tem abafador.

O final é um abafador esportivo para Uno mas colocado na longitudinal e com ponteira da Alfa Romeo, saindo no meio do escape logo abaixo da placa. A eliminação do 'Z' final do escapamento do Uno, altera o som estridente para um som grave semelhante ao do Palio Fire com escape esportivo." - diz Flávio. No mais, o motor conta apenas com um filtro de ar esportivo e sempre é abastecido com gasolina Pódium.

Um dos maiores segredos para o bom comportamento do carro nas curvas está no acerto da suspensão, na confecção de alguns componentes utilizados para reduzir a rolagem lateral, a inclinação nas curvas e o conjunto aliviado. O motor perdeu seus atenuadores de ruído, capa e demais adereços estéticos desnecessários. Uma barra anti-torção foi confeccionada sob medida e instalada com o uso das chapas de coluna e prisioneiros originais do Uno Turbo, enquanto a longarina dianteira inferior foi substituída por uma tubular do modelo 1.6R. Até o estepe que fica no cofre do motor foi removido e agora fica no amplo porta-malas - sem banco, tudo é porta-malas! - preso em um suporte soldado ao assoalho do lado direito (para balancear o peso) e recoberto com uma tampa de ferramentas do Palio.



Originalmente, a barra estabilizadora dianteira apresenta diâmetro de 15mm, mas Flávio optou por instalar a do 1.6R de 18mm para maior estabilidade. O acerto da suspensão foi feito visando melhorar o comportamento do carro principalmente nas curvas, então a traseira teve sua cambagem reduzida para apenas 1° negativo, enquanto a dianteira foi alterada para trabalhar com 1,5° negativo e as convergências chegaram próximas a zero.

As molas dianteiras foram reduzidas em um elo, o feixe traseiro levemente desarqueado (Uno/Mille não utiliza molas helicoidais na traseira, mas um feixe de molas ligando os braços da suspensão idenpendente) e novos pneus Yokohama A.Drive de medidas 165/65-13 foram montados nas clássicas rodas em alumínio da Italmagnésio que equiparam os modelos 1.5R e 1.6R entre os anos de '89 a '93. Estas rodas possuem medidas 5,5x13" e escondem os discos de freios dianteiros ventilados de 240mm dos Palios 1.6 16v, garantindo que a frenagem não sofra fading na pista.

Externamente, o carro ganhou pintura preta na base dos vidros, nas laterais, pontas do capô, moldura da placa traseira e na entrada de ar do pára-choque. O aerofólio veio do Uno Turbo e a palheta defletora do limpador de pára-brisas de um Marea. As molduras do modelo Way foram instaladas tão logo estiveram disponíveis nos revendedores e agregaram opulência ao exemplar. A preocupação com os detalhes chegou até os retrovisores, que foram substituidos por outros do modelo 1.5R sem as sanfonas.

O frigir dos ovos



Com toda a preparação aplicada, o Mille chega a virar aproximadamente 2:58min no Autódromo de Brasília (que infelizmente não é cronometrado), atingindo picos de 150km/h na reta dos boxes. "Para fazer este tempo, as frenagens tem de ser mínimas e o mais tarde o possível. O anel externo do autódromo de Brasília é uma longa caminhada, mas é no miolo que ele se sente em casa." - relata Flávio que em seus vídeos demonstra toda a desenvoltura de seu Mille sobre carros de maior cilindrada.

E se você pensa que o acerto prejudicou o uso diário está redondamente enganado. O Mille chega a fazer uma média de 20km/l no trânsito de Brasília e cai para 15km/l quando roda na pista. Dá pra ir ao autódromo, torrar gasolina na pista e voltar para casa com pouco mais de meio tanque!

::RacingArt RacingDay 2.2011

Vai estar em Curitiba/PR de bobeira no dia 10/07??? Então corra para o Autódromo Intenacional de Curitiba - AIC para derreter seus pneus num dos Track Days mais bem organizados do país!!!

.:run4fun:.


Faça sua inscrição!

INFORMAÇÕES GERAIS - RacingDay
Data: 10.07.2011 (Domingo)
Vagas: 80 carros!

Horário do evento: 8:30h às 18h
Horário de pista: 9h às 17h


VALORES:

*Inscrição: R$420,00, pagamento à vista.
(valor inclui: inscrição de um carro, um piloto, duas entradas para convidados e cronometragem)
Pulseiras de co-piloto não incluídas

*Pulseira de co-piloto: R$20,00 (além da credencial de entrada)
Para adquirir a sua pulseira, vá até a Secretaria RacingArt no dia do evento!

*Para piloto adicional, adicionar R$100,00 no valor da inscrição.
Limite de pilotos por carro: 2 (DOIS)

*Entrada normal: Masculino R$10,00 / Feminino Free
Credenciamento em breve.
Responsável: Janaína Dib.

*Fotógrafos: entrada gratuita.
Credenciamento através do email: imprensa@racingart.com.br.
Responsável: Conrado Saltini.


FORMAS DE PAGAMENTO:
*Para a inscrição no evento: pagamento via boleto bancário (à vista) até 09.07.2011.
*Para entrada normal: informações em breve.
*Para pulseiras de co-piloto: venda no local, na Secretaria RacingArt.


PISTA LIVRE, SEM BARREIRAS. O DIA INTEIRO

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INSCRIÇÃO

A ficha de inscrição está disponível no seguinte link: http://www.racingdaycwb.com/072011

*Preencha todos os dados obrigatórios da ficha de inscrição! Apenas o campo "descrição do veículo" não é obrigatório.
*A ficha será enviada automaticamente ao email racingday@racingart.com.br
*Você será retornado com um email do Itau com o boleto para pagamento até 09/07/2011, não podendo este ser pago após esta data. Para pagamento no dia, o valor será de R$ 470,00.
*A assinatura da ficha será no ato da conclusão da vistoria do carro, no dia do evento, sendo o RacingArt o responsável por imprimir e disponibilizar a via da inscrição.

Responsável pelas inscrições: Rafa Gobor.

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ATENÇÃO PILOTO!!!
No dia do evento, favor proceder da seguinte forma:

*Chegada no autódromo à partir das 8h! Quanto antes chegar, melhor, assim agilizamos as fichas, vistorias, habilitação de cronometragem e númeração nos carros.
*A vistoria dos carros será feita obedecendo ordem de chegada, por passagem pelo Box de Vistoria. Quem chegar mais tarde, vai entrar mais tarde na pista.
*Briefing no Sábado, 09/07, às 19:30h no Hotel Mercure Curitiba Parque Barigui (Rua Padre Anchieta, 2320). Pilotos que não puderem comparecer terão briefing às 9h no AIC.
*Pista aberta às 9h.
*Uso de slicks/semi slicks LIBERADO (chuva obriga pneus normais).
*Rental (carro alugado) LIBERADO.

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ATENÇÃO VISITANTES!!!

Informações para cadastramento e acesso ao evento podem ser acompanhadas diretamente no fórum do RacingArt

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::Pin Ups... elas, sempre elas!::

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Um batom vermelho-sangue em uma boca sedutora, carnuda e sedenta por um beijo. Uma cinta-liga propositalmente à mostra bem no meio da coxa acompanhada por um provocante vestido estampado, dobrado à altura da virilha. Um decote ousado, ligeiramente promíscuo roubando a atenção de um olhar fatal e ao mesmo tempo inocente sedento por tua atenção.

Aos teus olhos, a visualização da mulher perfeita. Só tome cuidado para não rasgar...

... o papel. Ah vá, você realmente achou que estava com esta bola toda? A garota é de papel e os acessórios são delírios da mente de um ilustrador (e nos tempos modernos, fotógrafo) que soube captar a essência do doce momento de uma mulher. Estas são as Pin-ups.

Lá no início do século XIX, em Paris, os artistas Alphonso Maria Mucha e Jules Cheret, famosos por retratarem pôsteres de teatro, maços de cigarros, capas de revistins, garrafas... ousaram em retratar à óleo mulheres famosas em poses sensuais. A arte destacava-se em uma época onde os demais artistas não se apegavam aos detalhes e eles fizeram a diferença. Suas influências fizeram escola e seguiram fortes até o início do século XX, onde a retratação também deu espaço à criação e os pintores passaram a idealizar a mulher ideal, na pose ideal, no local ideal, com os objetos ideais, tornando assim as garotas verdadeiros objetos de desejo.



Mas foi apenas na década de 40 que estas moçoilas começaram a realmente ganhar destaque. Numa época onde mostrar as pernas, ser fotografada nua ou em atitude subversiva era considerado um atentado à moral e aos bons costumes, as pinturas davam asas à imaginação. Durante a Segunda Guerra Mundial três atrizes em especial tornaram-se onipresentes nos armários dos soldados e em suas mochilas nos campos de batalha: Betty Grable, Marilyn Monroe e Bettie Page.

Durante a Segunda Guerra mundial, elas permeavam as fuselagens dos aviões de caça e transporte. Os pintores-mecânicos diziam que as pinturas das pin-ups davam sorte aos pilotos e atordoavam os combatentes inimigos (vai ver ficavam olhando para os desenhos e esqueciam de combater). Não era raro ver o desenho de uma bela moça ao lado de palavrões impublicáveis ofendendo os inimigos. Estas pinturas receberam o nome de Nose Art.



Na década de '70 as pin-ups cairam em desuso graças à liberação crítica, filmes pornôs e revistas de nu feminino. Para que apreciar o doce sabor de uma bala se você ainda tem um pacote inteiro? Mas sempre houve quem apreciasse o trabalho das pin-ups e dos artistas, e após um longo período esquecidas elas retornam em fotografias, ensaios, tatoos e muita atitude fazendo com que rapazotes e homens fiquem boquibertos com poses, caras e bocas.

Com a mudança, deu-se o início à divisão das pin-ups: Classics e Modern. As Classics são aquelas mais sutis, parecendo que saíram diretamente da década de ’60 para os dias atuais. Já as Modern são um pouco (ou muito) mais ousadas e abusam de decotes, poses sensuais e até acessórios fetichistas. No cenário atual, as que mais se destacam são Dita Von Teese, Katy Perry, Bernie Dexter e Scarlett Johansson. Todas tem seu charme, seu estilo e exalam sensualidade a cada simples sorriso.




O envolvimento das pin-ups com os automóveis vem basicamente desde a época dos Hot Rods (décadas de 50, 60 e 70) onde as namoradas dos rodders davam as largadas utilizando lenços ou mesmo os próprios soutiens. Em poses para fotos, os proprietários de carros modificados orgulhavam-se de manter na carteira a foto da namorada ao lado de seu Hot Rod. Um orgulho para mostrar aos amigos. Quando trocava-se a namorada, a foto ia para o lixo e outra era providenciada rapidamente (tanto uma nova namorada, quanto uma nova foto), mas o carro geralmente era o mesmo.

O nome pin-up vem do simples ato de pendurar as imagens na parede (pin é a palavra inglesa para alfinete). Como era comum ver imagens presas nas borracharias e oficinas, o nome simplesmente pegou.

Contudo, o mais comum é vê-las envolvidas no universo da Kustom Kulture. É fácil encontrar modelos posando em carros mais atuais, sem tanta indumentária, maquiagem e estilo, mas a verdade é que uma verdadeira pin-up tem sua exclusividade apenas ao lado de um bom e velho Hot Rod.

Fotos: Imagens e Letras, Dirk Behlau e World Pin Up

Matéria originalmente publicada no JalopnikBR, mas como acho muito bacana o lance histórico, achei que mereciam aparecer aqui também!

::Um dia comum::

Esta noite o sono não foi capaz de deter-me. E não foi por falta de tentar. Não havia nada de novo ou interessante passando pela TV, nada de divertido na internet. Senti a falta de algo na soberba da madrugada. Senti falta de algo velho em minha garagem para me fazer compania e me tirar da frente de um PC imundo cercado por refrigerante sem gás e biscoitos recheados à plenos 03:10AM de um feriado.

Um copo grande cheio de gelo e dois dedos de água já me acordariam melhor depois da bebedeira do dia anterior. Mas optei por um gole a mais de vodca barata com um pouco de suco de caju para tirar o gosto de sapato da boca.

Lavo o rosto, escovo os dentes, visto uma roupa qualquer, afinal, a intenção não é aparecer em público. A única coisa que eu quero é sair para espairecer. Vejo as chaves do carro e me pergunto: "Por que não?! A patroa já dorme e as crianças estão cobertas."

Quisera poder ligar para algum amigo e amanhecer o dia tomando um bom whisky com energético, mas como explicaria toda a loucura de sair de casa às 05:00AM de voltar com bafo de cachaça sem que a patroa pense em traição, balada, festança e alcoolismo. Bem, esta última parte eu não posso negar. Já volto, minha vodca está acabando.

Melhor ficar em casa e escrever alguma coisa para tentar aliviar a mente. Coloco os fones de ouvido e abro o playlist: Amy, Lauryn, Ben, Lily e Isabela, vocês serão meus companheiros esta noite. Sing, sing, sing... i'm listening!

Esta noite eu fiquei esperando por um anjo. Eu também poderia voar se quisesse, mas eu sei que vocês estão todos muito, MUITO longe. Também sei que se a proximidade fosse maior, eu poderia ligar para qualquer um que choveriam garrafas e roncos de motores por todos os lados. Mas a vizinhança poderia não gostar de um encontro às 05:30AM de uma sexta-feira que nem acordou ainda.

Vou esperar as meninas acordarem. Um café da manhã e uma volta no parque vão fazer bem aos seus pequenos pulmões. Os meus já estão velhos e sufocados. Cigarro faz mal, mesmo os mais leves. Parei de vez. Quero ver os rostos dos meus netos num dia chuvoso e convidá-los à um banho de chuva sem me importar com as repreensões que minhas filhas farão.

Acabo de entender o "porquê" da minha mãe tratar minhas filhas assim... e eu estou apenas envelhecendo. Pareço-me como um gato num saco, pronto para me afogar. Querendo ou não, este foi um dos meus melhores dias. Tá certo, eu precisava de um pouco mais de gasolina no dia de hoje, mas os risos desmedidos das meninas correndo pela casa da bisavó e o sorriso entusiasmado da "velha" a cada brincadeira das meninas me fizeram perder a compostura e rolar pelo chão sem dó de quem lavaria a minha ou as roupas delas. Estavamos alí para isso.

Apenas um dia comum...